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Tecnologia

Serviços de streaming querem usar o aprendizado de máquina para entender as emoções das pessoas

Serviços como Netflix, Amazon Prime e Disney+ querem usar a inteligência artificial para criar uma conexão emocional com o público

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Todos já sabem que empresas de serviços de streaming usam a Inteligência Artificial  para aperfeiçoar as recomendações de seu acervo para seu público, pois quanto mais personalizado for as sugestões de filmes, mais o usuário fica dentro da plataforma. Agora estas empresas querem criar uma conexão emocional com seus usuários.

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Segundo matéria no site Business Insider, estas empresas estão utilizando o aprendizado de máquina para entender por que as pessoas são emocionalmente atraídas por conteúdos específicos – sejam aqueles que levantam o seu astral, seja os títulos mais dramáticos, ou aqueles filmes/séries de ação que aumentam a adrenalina.

“Os seres humanos são realmente incríveis – especialmente quando conversamos com eles pessoalmente e podemos analisar suas pistas visuais e auditivas, dicas gráficas, linguagem corporal e todo tipo de coisa”,

disse Joe Inzerillo, diretor de tecnologia da Disney Streaming Services.

“Com a ajuda da Inteligência Artificial, continuamos nos aproximando cada vez mais da compreensão do que compõe esse fenômeno”.

Atualmente os algoritmos já criam conexões entre as maneiras pelas quais as pessoas interagem com o conteúdo em plataformas de streaming de vídeo e os atributos do conteúdo em si. Isso envolve diversos elementos da narrativa, como os arcos de histórias, as viagens existenciais dos personagens e gêneros do conteúdo em si. Tudo isso permite que o aprendizado de máquina entenda melhor os nossos gostos.

Inzerillo diz que o objetivo da Disney é descobrir novas dimensões de seu conteúdo, ao longo do tempo. E isso inclui não apenas o Disney +, que chega ao grande público apenas em novembro, mas também outras plataformas de streaming do conglomerado, incluindo o ESPN Plus (no Brasil ESPN Watch) e o Hulu.

O executivo diz ainda que esse processo de análise é semelhante ao que foi feito pelas empresas de tecnologia, que aprenderam sobre como as pessoas interagem com computadores, desde os dias “pré-mouse” até hoje, onde um gesto em um iPad ou um comando de voz para um alto-falante inteligente pode ajudar tanto os PCs, quanto empresas e anunciantes a entenderem as pessoas.

Fonte: Business Insider

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