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iFood e Loggi acaba com o bônus pelo número de entregas para aumentar a segurança de motoboys em SP

Acordo da Prefeitura de São Paulo com iFood e Loggi prevê o fim do bônus por entregas. As empresas esperam que 60 mil motoboys sejam afetados pelas novas medidas

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Acordo da Prefeitura de São Paulo com iFood e Loggi prevê o fim do bônus por entregas.

Os motoboys que trabalham com o iFood e a Loggi, na capital paulista, irão deixar de receber o bônus pelo número de entregas feitas. As empresas adotaram a medida após chegarem a um acordo com a Prefeitura de São Paulo na tentativa de aumentar a segurança. O acordo da Prefeitura com iFood e Loggi também prevê que os entregadores recebam treinamento da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

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As empresas esperam que 60 mil motoboys sejam afetados. A expectativa da Prefeitura  de São Paulo era de que o acordo se estendesse à Rappi e à Uber Eats, que não aceitaram as condições apresentadas. A Rappi que não concorda com o formato, mas que está aberta para discutir medidas que aumentem a segurança. Já a Uber Eats disse que contesta a relação entre aplicativos de entrega e o aumento de acidentes com motociclistas e que investe para ajudar usuários e entregadores.

A Prefeitura discute uma mudança na forma de remuneração de motoboys para tentar  reduzir acidentes fatais com motociclistas. Os casos cresceram 18% e chegaram a 366 em 2018. Entre motofretistas e motoqueiros de entrega, a alta foi de 32%, resultando em 37 mortes. De acordo com as autoridades, a remuneração por entrega é proibida, a lei nº 12.436, de 2011, impede “práticas que estimulem o aumento de velocidade” de motociclistas, incluindo “oferecer prêmios por cumprimento de metas por número de entregas”.

 

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