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Tecnologia

Anatel sugere mudanças nas regras de numeração de telefones; Veja as principais mudanças

Agência propõe extinção de números para dispositivos de Internet das Coisas, número fixo para banda larga e padronização para serviços de utilidade pública

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A Anatel aprovou, no dia 30/04/2020, a realização de consulta pública para o novo Regulamento de Numeração dos Serviços de Telecomunicações. O texto estará aberto para debate da população por 45 dias e propõe a atualização e a unificação de regras de numeração telefônica no Brasil.

Mal nos acostumamos à transição do nono dígito e a agência se prepara para um grande salto de dispositivos que deve ocorrer nos próximos anos e quer padronizar números de prestadoras, serviços públicos e utilidade pública.

O conselheiro relator, Emmanoel Campelo, destaca que a alteração na regulamentação trará uma série de benefícios, como a eficiência de uso dos recursos de numeração, condições mais isonômicas, incluindo operadoras pequenas, além de mais transparência e simplificação dos números para o consumidor.

Caso aprovada, a Anatel irá revogar 16 regulamentos, além de atualizar e unificar as regras sobre numeração telefônica. Veja algumas mudanças:

 

Extinção de números para Internet das Coisas

Os dispositivos M2M (Internet das Coisas) atualmente existentes no Brasil são identificados através de um número de celular convencional. No entanto, a demanda esperada para o crescimento de IoT torna o formato atual insuficiente em pouco tempo.

Isso porque a Anatel espera 104 milhões de acessos M2M ativos no Brasil até 2025. O formato atual de 9 dígitos possui limitação de 100 milhões de possibilidades por DDD.

A proposta da Anatel é extinguir os números de acessos intrarredes para dispositivos que não trafegam entre prestadoras distintas nem necessitem de roaming ou interconexão. Nas aplicações em que roaming ou interconexão são necessários, como carros autônomos, continuariam sendo utilizados os números de celular.

Novos números nacionais de telefone

Neste caso a Anatel propõe diversas ações e uma delas é com relação aos números 400x, 0300 e 0500 que não estão previstos na regulamentação atual. A agência propõe incorporar esses prefixos como números nacionais igual aos números de utilidade pública que atualmente são utilizados com números de 3 dígitos, como 190 (polícia) ou 193 (bombeiros).

No entanto, não existem critérios específicos sobre quais números são de utilidade pública. Por exemplo em Minas Gerais, o número 116 é atribuído à concessionária de energia elétrica, mas nem todos os estados utilizam o número de 3 dígitos. Outro fator a ser pensado é a padronização do número para determinados serviços, este pode ser um grande complicador, um desses problemas pode ser entrar em contato com a agência de energia elétrica em Estados onde há mais de uma empresa atuando, ou para quem tem um celular de outro DDD e precisa falar com a companhia local.

Números para diferentes esferas do poder público: atualmente não há padronização. A Anatel cita o exemplo de ouvidorias, e cada esfera possui seu próprio número. A proposta é padronizar os números. Quem ligasse para 162-10, por exemplo, seria direcionado à Ouvidoria Federal; 162-20 para ouvidorias estaduais e 162-30 para ouvidorias municipais.

Números de operadoras de combos e multisserviços: atualmente, uma mesma operadora tem diferentes números. No serviço de telefonia fixa, por exemplo, o prefixo é 103xx; na telefonia móvel é 105x; enquanto banda larga e TV por assinatura usam 106xx. Para as empresas que operam com mais de uma modalidade, seria utilizado o prefixo 107xx, por exemplo.

Extinção do DDD

A proposta da Anatel permitiria a marcação alternativa para qualquer operadora. Em outras palavras isso permitiria simplificar todo o processo de ligação interurbana e internacional, dispensando a necessidade de um código de prestadora, como 15 (Vivo), 21 (Claro/Embratel), 31 (Oi) e 41 (TIM).

Outra medida é permitir a utilização de número de celular para telefones via satélite, que atualmente dependem de número estrangeiro. A Anatel diz que isso traria competitividade ao serviço e inibiria dificuldades de encaminhamento de chamadas, visto que os números do estrangeiro podem ser confundidos com fraudes.

Numero fixo para conexões de internet banda larga

Uma das propostas mais controversas é numerar também os acessos de banda larga fixa, utilizando o mesmo padrão de telefones fixos. A Anatel diz que isso deve permitir uma convergência tecnológica, facilitando a oferta de combos e tornando o serviço fixo mais competitivo com o móvel, que já oferece voz e dados.

Isso também gera alinhamento com outros instrumentos, como o Regulamento Geral de Outorgas, que estabelece outorga única para serviços de telecomunicações, bem como a mudança do foco de telefonia fixa para banda larga fixa.

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Apps

O zoom não terá criptografias nas chamadas para usuários gratuitos. Entenda o caso

De forma oficial, o Zoom confirmou que não oferecerá criptografia de ponta a ponta em contas gratuitas.

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O Zoom oficializou que não oferecerá criptografia de ponta a ponta em chamadas de vídeo para as contas gratuitas. Na semana passada, o consultor de segurança da empresa, Alex Stamos, revelou que os planos para aumentar a segurança nas contas pagas estavam em andamento. Esta informação também foi confirmada hoje pelo CEO da Zoom, Eric Yuan.

No último anúncio de resultados financeiros da empresa, Yuan disse: “Usuários gratuitos, com certeza, não queremos fornecer essa criptografia de ponta a ponta. Porque também queremos trabalhar em conjunto com o FBI e as polícias locais, caso algumas pessoas usem o Zoom para fins ilegais. No entanto, Stamos afirmou que a declaração de Yuan não era clara e depois foi ao Twitter para explicar mais detalhadamente por que Zoom tomou essa decisão.

 

O zoom explica por que os usuários gratuitos não recebem chamadas de vídeo criptografadas

O zoom explica por que os usuários gratuitos não recebem chamadas de vídeo criptografadas

 

De acordo com Stamos, o Zoom enfrenta um “ato de equilíbrio difícil” tentando melhorar as garantias de privacidade e “reduzindo o impacto humano do abuso de seu produto”. Aqui, ele está se referindo ao discurso de ódio, exposição a crianças e outros comportamentos ilegais que afetaram Zoom nos últimos tempos.

Geralmente, quem pratica este tipo de atividade geralmente usam uma conta gratuita com endereços de email descartáveis ​​- um nível mais baixo de criptografia permitirá que o Zoom, com a assistência da polícia, tome medidas contra reincidentes.

Concluindo, Stamos observa: “Isso eliminará todos os abusos? Não, mas já que a grande maioria dos danos provém de usuários de autoatendimento com identidades falsas, isso criará atritos e reduzirá os danos.” Ele também reiterou que o Zoom não monitora proativamente o conteúdo nas reuniões e “não o fará no futuro”. Tampouco grava reuniões silenciosamente.

A empresa enfrentou uma série de desafios nos últimos tempos , em grande parte catalisada por sua crescente aceitação devido à crise do coronavírus. E agora, como a plataforma está sendo cada vez mais usada por indivíduos perigosos para atividades ilegais, o Zoom, precisa e deve encontrar um equilíbrio entre a segurança de seus usuários confiáveis ​​e os mecanismos para eliminar os infratores. O zoom ainda não forneceu uma data de lançamento para o novo recurso de criptografia.

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Celulares & Tablets

Entenda o motivo no qual a “câmera raio X” do OnePlus 8 Pro será desativada em próxima atualização

Câmera com filtro de cor do OnePlus 8 Pro pode ver através de plásticos e tecidos, causando problemas de privacidade

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O OnePlus 8 Pro é um smartphone que possui um hardware muito poderoso e por trazer um recurso que começou a chamar atenção aos poucos: uma câmera de 5 megapixels com um filtro de cor capaz de gerar fotos muito interessantes. O problema é que essa câmera consegue “ver além do alcance” e, por isso, vai ser desativada, pelo menos por algum tempo.

Como funciona este filtro da câmera do OnePlus 8 Pro?

Como diferencial na disputa acirrada pelo mercado de smartphones, o OnePlus 8 Pro tentou trazer a câmera Color Filter. Esta parte da câmera funciona como uma espécie de filtro de luz infravermelha e assim permite que fotos sejam registradas com cores que, de outro modo, só seriam possíveis com softwares de edição de imagem.

À medida que a câmera foi sendo testada, alguns usuários perceberam que ela pode “enxergar” através de plásticos muito finos, como se fosse um raio X. O exemplo mais notável é o de Ben Geskin, que provou no Twitter que, graças ao filtro, o OnePlus 8 Pro pode mostrar o interior de um Apple TV.

Teste feito para mostrar o poder do infravermelho do OnePlus 8 Pro

Teste feito para mostrar o poder do infravermelho do OnePlus 8 Pro

 

Além de plásticos, a câmera com este filtro pode mostrar detalhes debaixo de um tecido fino também, o que começou a ser um problema com questões de privacidade. Isso significa que pessoas que estiverem usando determinados tipos de roupa poderão ser “despidas” virtualmente.

Em postagem no Weibo (rede social bastante popular na China), a OnePlus reconheceu o problema e se desculpou por ele. A companhia prometeu ainda liberar uma atualização em até uma semana que desativará a câmera com filtro de cor do OnePlus 8 Pro.

Isso fará o celular ter, na prática, três câmeras na traseira em vez de quatro. Mas será uma restrição temporária. A OnePlus vai trabalhar em uma solução. Provavelmente, o software do aparelho vai ser atualizado para a câmera ignorar determinados tipos de filtragem — convenhamos, não vai ser tarefa fácil.

Com informações: XDA Developers.

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Apps

Modo escuro para WhatsApp Web: O App esta testando inserir o tema para sua versão Web. Veja como ficará em seu navegador

O modo escuro do WhatsApp Web não é um recurso oficialmente integrado na versão Web, mas você pode obtê-lo facilmente sem interromper outras páginas ou instalar plugins de navegador

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O “Modo Escuro” é uma das personalizações mais valorizadas pelos usuários em diferentes aplicativos e plataformas. O WhatsApp foi um dos que mais tarde veio a satisfazer essa demanda, mas ainda permanece em dívida com outras ferramentas em seu ambiente, como o versão web que roda em qualquer navegador. Agora, e com uma simples mudança de comando, podemos ativar facilmente essa função.

Agora, o modo escuro do WhatsApp também pode ser implementado no cliente do navegador da Web do WhatsApp, sem interromper outras páginas do navegador ou instalar qualquer plugin no seu navegador. A implementação no modo escuro oferece aos usuários o tema escuro, sem tirar nada do desempenho de outras guias abertas no seu navegador, e é apenas um pequeno truque simples que faz o trabalho.Para obter o modo escuro no WhatsApp Web, aqui estão as etapas a seguir:

Passo 1: Abrir o WhatsApp Web

Quando a página Web do WhatsApp estiver aberto e totalmente carregada, clique com o botão direito do mouse na área vazia fora dos bate-papos e clique na guia ‘inspecionar página’ ou ‘inspecionar’.

Passo 1: Inspecionar página para testar modo escuro Web WhatsApp

Passo 1: Inspecionar página para testar modo escuro Web WhatsApp

 

Passo 2: Abrir o WhatsApp Web

Depois de clicar em ‘inspecionar’, uma tela dividida será exibida para mostrar os elementos de codificação da página da Web do WhatsApp. Neste novo box,  localize a linha que lê body class = “web”. Esta quase no início do box.

Passo 2: Identificar elemento para testar modo escuro Web WhatsApp

Passo 2: Identificar elemento para testar modo escuro Web WhatsApp

 

Passo 3: Inserir comando para Modo Escuro

Clique 2 vezes nesta linha para ativar o cursor e altere ‘web’ para ‘web dark’ e aperte ENTER. A linha de código deve se parecer com body class = “web dark”. Agora você pode fechar o box com a codificação e aproveitar para avaliar os testes do WhatsApp para sua versão Web.

Clicar no X para fechar box de codificação

Clicar no X para fechar box de codificação

 

Veja como vai ficar:

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