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Premiações nos e-Sports impressionam tanto fora quanto no Brasil e empresas estão de olho

As premiações milionárias chamam a atenção e qualquer um que vê as cifras das premiações precisa pensar duas vezes antes de desistir de tentar a carreira nos jogos.

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Os e-sports já passaram da polêmica sobre ser esporte ou não. Mesmo o mais conservador ficará impressionado com a estrutura das equipes, o tamanho das arenas, o número de pessoas vendo os jogos e as premiações em dinheiro. Aliás elas começam a igualar até a campeonatos de esportes tradicionais.

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Em julho de 2019, Bugha venceu a Copa do Mundo de Fortnite disputada em Nova York. Mas o que virou notícia mesmo foi o choque do prêmio, o maior dado em um torneio de e-sports: 3 milhões de dólares, ou 11.4 milhões de reais. Para se ter uma ideia, antes de aumentar os valores da premiação, a Libertadores pagou 12 milhões de reais para o Atlético-MG, campeão em 2013.

Fazendo uma analise, esse valor foi pago a uma instituição com um número alto de funcionários, um elenco grande e caro, fora as premiações para cada pela conquista. No caso em específico, o número de pessoas para a “partilha” é muito menor. E por mais que o torneio de Fortnite realmente tenha sido um prêmio fora da curva, em 2019, 9 jogadores passaram do milhão de dólares e mais 12 superaram os 400 mil dólares só este ano.

E no Brasil, como esta o e-sports?

Os valores no Brasil não são tão milionários, mas também impressionam. O site alemão Only for Gamers fez uma comparação sobre os ganhos de atletas do e-sport com os líderes de governo de cada país, para mostrar que jogar videogame pode sim dar futuro e não é só uma distração.

Foram listados 29 países e em todos eles o jogador ganha mais que o político, e não só em países sub-desenvolvidos não:

  • Estados Unidos (TFUE ganhou mais que Donald Trump),
  • Alemanha (Kuroky ganhou mais do dobro que Angela Merkel)
  • e França (7CKNGMAD bate Emmanuel Macron) estão na lista.

 

Os brasileiros são muito fortes no cenário dos e-sports, ganhando prêmios ao redor do mundo. A equipe Black Dragons ganhou o Crossfire Stars na China e trouxe 500 mil dólares na mala.

Também está presente o Brasil. De acordo com o infográfico, TACO (Epitácio de Melo) é a estrela brasileira de CS:GO, com quase um milhão de dólares (951 mil, para ser mais exato) em ganhos ao longo de sua carreira. Ele só tem 23 anos.

E mais exemplos não faltam: O Tea Liquid, com uma escalação (lineup) 100% brasileira venceu o ESL Pro League jogando Rainbow Six: Siege e com FalleN como uma das estrelas da SK Gaming, foram faturados o Major da MLG Columbus e a ESL One: Colônia, totalizando 1 milhão de dólares.

Segundo a revista Exame, a audiência das competições passou de 20 milhões de pessoas em 2019 e nos coloca como o terceiro mercado do mundo, atrás apenas das potências China e Estados Unidos. Desse número, 9,2 milhões acompanham fielmente as competições.

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