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Em tempo de igualdade, torneio de eSports força participantes a provarem que são mulheres para competirem

Segundo relatos de pelo menos duas equipes femininas inscritas na competição GirlGamer eSports Festival, meninas participantes devem, obrigatoriamente, fazer uso do software Plays.tv para identificação e comprovação de gênero feminino.

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Mais um caso de desigualdade no e-Sports: segundo relatos de pelo menos duas equipes femininas inscritas na competição GirlGamer eSports Festival, as meninas participantes devem, obrigatoriamente, fazer uso do software Plays.tv para identificação e comprovação de gênero feminino.

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A informação veio do time Athena’s eSports, que compartilhou o caso por meio de sua página oficial no Facebook. A postagem recebeu comentários de uma participante de outra equipe — Minerva eSports —, confirmando que o procedimento também é obrigatório para elas. O questionamento veio porque a mesma prática não é exigida de nenhuma equipe masculina.

 

Questionada pela equipe Athena’s e-Sports sobre o procedimento, a BBL limitou-se a responder:

 

“Sobre o uso do plays.tv, é exatamente para ter certeza de que são mulheres e não homens jogando”…..“Homens não precisam usar o plays.tv porque não colocam mulheres para jogar no lugar deles”.

 

A postagem havia sido feita por uma administradora da empresa dentro da plataforma Discord e rapidamente editada, porém os originais (e os editados) foram “printados” pelas equipes em questão, que ressaltaram que não houve exposição pública da administradora em si, porém o post foi denunciado à organização.

O post original na página da equipe tem a data de 4 de setembro (quarta-feira da semana passada), mas tomou o noticiário apenas hoje (9) após as informações serem repercutidas pelo blog Garotas Geeks. O veículo ainda cita o regulamento da própria BBL, onde a promotora de torneios fala explicitamente que:

“se reserva no direito de alterar qualquer regra sem aviso prévio visando o bem maior da competição. Também pelo regulamento da empresa, ela também “se reserva no direito de julgar qualquer caso que não esteja coberto por esse livro de regras de forma a preservar uma competição justa”.

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